Martins, ADuarte, LRocha, T2019-09-262019-09-262011Rev Port Diabetes 2011;6(2):52-54http://hdl.handle.net/10400.17/3310Introdução:A diabetes gestacional (DG) afeta entre 1,4 a 14% das grávidas.A reclassificação no pós-parto tem desempenhado um papel importante no esclarecimento desta patologia. Objetivo: Caracterizar uma população de mulheres com DG seguidas na MAC, no período 2005-2008. Correlacionar a frequência das consultas e o resultado da reclassificação da PTGO 75 g com as variáveis da mãe e do recém-nascido (RN). Métodos: Amostra de 741 mulheres com DG seguidas na Maternidade entre 2005 e 2008, dividida em dois grupos, em função da presença na consulta de reclassificação e, novamente, dividida em 4 grupos, dependendo do resultado da PTGO 75 g no pós-parto. Análise retrospectiva, descritiva e comparativa: SPSS, teste T, valor de significância: 5%. Resultados:A frequência da reclassificação foi de 73%, correlacionando-se com: IMC <30, referenciação interna, parto eutócico e ausência de doença no RN.A ausência de alterações no metabolismo da glicose correlaciona-se com: IMC menor que 30, ausência de DG anterior, menos valores alterados na PTGO, ausência de terapêutica com insulina e cesariana eletiva por motivos não relacionados com a macrossomia. Conclusões:A consulta de reclassificação é frequentada principalmente por mulheres com melhores índices materno-infantis, especialmente as mulheres não obesas, com partos normais e RN saudáveis.porMAC MED MAFHCC ENDDiabetes GestacionalEstudos RetrospectivosO Papel da Reclassificação na Diabetes Gestacional - Análise dos Registos da Maternidade Alfredo da Costa 2005-2008journal article