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Mastocitose Cutânea na Infância. Estudo Retrospectivo de 32 Doentes

dc.contributor.authorCoelho Macias, V
dc.contributor.authorAmaro, C
dc.contributor.authorFreitas, I
dc.contributor.authorVieira, R
dc.contributor.authorCardoso, J
dc.date.accessioned2013-08-14T15:08:42Z
dc.date.available2013-08-14T15:08:42Z
dc.date.issued2012
dc.description.abstractIntrodução: A designação de mastocitose engloba várias entidades clinicamente distintas caracterizadas pela acumulação tissular de mastócitos. A pele é o órgão mais frequentemente envolvido. Consideram-se 4 padrões clínicos de mastocitose cutânea: urticária pigmentosa (UP), mastocitose cutânea difusa, mastocitoma e telangiectasia macularis eruptiva perstans. Na infância, a doença é habitualmente autolimitada e exclusivamente cutânea. Material e Métodos: Apresenta-se um estudo retrospetivo dos doentes com mastocitose cutânea observados na Consulta de Dermatologia Pediátrica do Hospital de Curry Cabral entre 2001 e 2010. Resultados: Foram englobados 32 doentes (20 do sexo masculino e 12 do sexo feminino). Em 90.6% dos casos, as manifestações surgiram antes dos 2 anos. Apenas foram observadas UP (53,1%) e mastocitomas (46,9%). O tronco e a raíz dos membros foram as localizações preferenciais. O sinal de Darier estava presente em 87,5% dos casos (94,1% das UP e 80% dos mastocitomas). As manifestações associadas foram: prurido (40,6%), formação de bolha (28,1%), flushing (18,8%) e dermografismo(12,5%). Não foram documentados casos de mastocitose sistémica. Dois doentes tinham história familiar de mastocitose cutânea. Não foram detetadas alterações laboratoriais significativas. Nos 16 casos determinados, os níveis séricos de Triptase-alfa foram normais. Discussão: Estes resultados estão de acordo com a literatura, nomeadamente em relação às formas clínicas mais frequentes, localizações habituais, elevada frequência do sinal de Darier e idade precoce de início. Quando determinados, os níveis séricos de Triptase-alfa foram normais, o que está de acordo com a ausência de envolvimento sistémico. A maior prevalência no sexo masculino tem sido relatada em alguns estudos.por
dc.identifier.citationRevista SPDV 2012; 70 (4): 459-463por
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10400.17/1432
dc.language.isoporpor
dc.peerreviewedyespor
dc.publisherSociedade Portuguesa de Dermatologia e Venereologiapor
dc.subjectMastocitose Cutâneapor
dc.subjectCriançapor
dc.subjectEstudos Retrospectivospor
dc.titleMastocitose Cutânea na Infância. Estudo Retrospectivo de 32 Doentespor
dc.title.alternativeCutaneous Mastocytosis in Childhood. Retrospective Study of 32 Patientspor
dc.typejournal article
dspace.entity.typePublication
oaire.citation.endPage463por
oaire.citation.startPage459por
oaire.citation.titlerevista da Sociedade Portuguesa de Dermatologia e Venereologiapor
rcaap.rightsopenAccesspor
rcaap.typearticlepor

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