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Abstract(s)
A larva migrans cutânea é frequente em regiões tropicais e sub-tropicais e é causada pela migração de larvas de nemátodos na pele. O diagnóstico é efectuado essencialmente pelas características epidemiológicas da dermatose e pela sua semiologia clínica. Geralmente o tratamento é bem sucedido com albendazol ou ivermectina.
Descreve-se o caso clínico de uma mulher de 54 anos que regressou de férias na Jamaica há cerca de 15 dias.
A doente iniciou no local, uma pápula eritematosa, bem delimitada, com 2mm de largura no bordo externo do pé esquerdo, progredindo em trajecto serpiginoso pela planta até atingir o bordo interno do pé. Negava febre ou outros sintomas associados. Clinicamente a dermatose era muito sugestiva de larva migrans cutânea pelo que se institui terapêutica com albendazol.
O presente caso serve para relembrar uma dermatose pouco frequente em Portugal. Pretende-se também alertar para o
reconhecimento precoce desta dermatose, que apesar de autolimitada é motivo de grande ansiedade para os doentes.
Description
Keywords
Larva Migrans Doenças da Pele
Pedagogical Context
Citation
Revista SPDV 2013; 71 (1): 97-99