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Uso (ou Abuso) de Fármacos na Idade Pediátrica

dc.contributor.authorMaia, R
dc.contributor.authorLuís, C
dc.contributor.authorMoura, M
dc.contributor.authorRibeiro, R
dc.contributor.authorAlmeida, H
dc.contributor.authorBrito, MJ
dc.date.accessioned2013-07-18T14:30:26Z
dc.date.available2013-07-18T14:30:26Z
dc.date.issued2011
dc.description.abstractIntrodução e Objectivos: A exposição a fármacos na idade pediátrica pode ser nociva. A utilização elevada de medicamentos não aprovados em Pediatria, bem como o uso para sintomas em que a sua eficácia não foi comprovada, tem sido descrita de forma preocupante. Foi objectivo deste estudo avaliar o padrão de consumo de fármacos numa população pediátrica portuguesa. Métodos: Estudo transversal, com recrutamento prospectivo dos casos e amostra de conveniência; recolha de dados por inquérito; incluídas crianças, sem doença crónica, que recorreram ao serviço de urgência de um hospital na área da Grande Lisboa, num período de dois meses. Resultados: Foram incluídas 189 crianças com idade média de 5,8 anos. A proporção de crianças com consumo de fármacos, nos trêsmeses precedentes, foi de 120/189 (63,5%) – superior entre os seis e 24 meses (74%vs 58,5%; p=0,038).Os fármacos mais prescritos foram os analgésicos/antipiréticos e anti-inflamatórios (83/202, 41,1%), os antibióticos (52/202, 25,8%) e os anti-histamínicos (14/202, 7%). Em 96/202 casos (47,5%) eram medicamentos não sujeitos a receita médica e em 33/174 (19,1%) “automedicações”. Verificou-se utilização de anti-histamínicos, expectorantes, analgésicos e anti-inflamatórios não recomendados para a faixa etária. O consumo de antibióticos foi mais elevado entre os seis e 24 meses (36%vs 18,5%; p=0,012), com predomínio da associação amoxicilina/ácido clavulânico (21/52, 40,4%). Em seis casos foram relatados possíveis efeitos secundários. Conclusões: De acordo com o nosso conhecimento este é o primeiro estudo em Portugal a avaliar o padrão de utilização de fármacos em Pediatria. Este consumo foi elevado, sobretudo na infância precoce, evidenciando a necessidade de vigilância e regulamentação adequadas. Os medicamentos não sujeitos a receita médica, amplamente utilizados, poderão associar-se a riscos acrescidos, pela facilidade no seu acesso. O uso frequente de antibióticos, sobretudo de largo espectro, poderá vir a associar-se ao desenvolvimento de resistências.por
dc.identifier.citationActa Pediatr Port 2011;42(4):144-8por
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10400.17/1372
dc.language.isoporpor
dc.publisherSociedade Portuguesa de Pediatriapor
dc.subjectMedicamentospor
dc.subjectConsumopor
dc.subjectCriançapor
dc.subjectHDE PED
dc.titleUso (ou Abuso) de Fármacos na Idade Pediátricapor
dc.title.alternativeUse (or Misuse) of Drugs in Pediatricspor
dc.typejournal article
dspace.entity.typePublication
oaire.citation.endPage148por
oaire.citation.startPage144por
oaire.citation.volume42por
rcaap.rightsopenAccesspor
rcaap.typearticlepor

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