Publication
Recém-Nascidos com Cardiopatia. Diagnóstico Pré e Pós-Natal
dc.contributor.author | Massa, R | |
dc.contributor.author | Macedo, A | |
dc.contributor.author | Barata, I | |
dc.contributor.author | Nunes, MA | |
dc.contributor.author | Trigo, C | |
dc.contributor.author | Kaku, S | |
dc.contributor.author | Lima, M | |
dc.date.accessioned | 2015-02-20T16:08:50Z | |
dc.date.available | 2015-02-20T16:08:50Z | |
dc.date.issued | 1997 | |
dc.description.abstract | Com o objectivo de avaliar aspectos que se prendem com o diagnóstico das cardiopatias no período pré e neo-natal, os autores apresentam um estudo prospectivo de Janeiro a Junho de 1994, durante o qual foram avaliados 165 recém-nascidos, 138 no ambulatório (Grupo I) e 27 no internamento (Grupo II). No Grupo I foram vigiadas 91% das gravidezes, 33% tendo risco para cardiopatia, um quarto destas realizou ecocardiograma fetal. No Grupo II foram vigiadas 74% das gravidezes, havendo em 50% risco para cardiopatia, tendo 30% destas feito ecocardiograma fetal. As principais causas de envio dos recém-nascidos foram: sopro cardíaco (77% Grupo 1; 15% Grupo II), cianose (4% Grupo I;15% Grupo II) e a associação das duas (2% Grupo I; 22% Grupo II). A idade de suspeita / diagnóstico foi, em média 6/8 dias no Grupo I e 4/4 dias no Grupo II. No Grupo I, 89 recém-nascidos não tinham doença cardíaca, 34 tinham comunicação interventricular, 3 defeito do septo aurículo-ventricular e 2 tetralogia de Fallot; 10 eram portadores de trissomia 21. No Grupo II, 25 recém-nascidos tinham cardiopatia sendo as mais frequentes a transposição das grandes artérias e os obstáculos esquerdos (24% cada). Onze fizeram cateterismo cardíaco e 12 cirurgia, tendo 1 falecido. Conclui-se que, apesar da maioria dos recém-nascidos avaliados ter nascido sem diagnóstico pré-natal, o diagnóstico das cardiopatias graves fez-se na primeira semana de vida a seguir ao parto, nomeadamente o da transposição das grandes artérias, permitindo a tempo o tratamento cirúrgico mais adequado. No entanto, embora não fosse demonstrado neste estudo, continua a ser uma realidade o transporte por longas distâncias de recém- -nascidos com cardiopatia crítica, surgindo por isso alguns em condições não ideais, e outros fora do período adequado para certos tipos de tratamento. Por outro lado, a maioria dos enviados à consulta têm sopros transitórios, não se encontrando já, em cerca de metade, qualquer alteração na avaliação cardiovascular pelo especialista. | por |
dc.identifier.citation | Acta Pediatr Port 1997; 28 (6):499-503 | por |
dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/10400.17/2013 | |
dc.language.iso | por | por |
dc.peerreviewed | yes | por |
dc.publisher | Sociedade Portuguesa de Pediatria | por |
dc.subject | HSM CAR PED | por |
dc.subject | Cardiopatia Congénita | por |
dc.subject | Diagnóstico Pré-Natal | por |
dc.subject | Recém-Nascido | por |
dc.title | Recém-Nascidos com Cardiopatia. Diagnóstico Pré e Pós-Natal | por |
dc.type | journal article | |
dspace.entity.type | Publication | |
oaire.citation.endPage | 503 | por |
oaire.citation.startPage | 499 | por |
oaire.citation.title | Acta Pediátrica Portuguesa | por |
rcaap.rights | openAccess | por |
rcaap.type | article | por |