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Falência Vacinal na Doença Invasiva Pneumocócica DIP). Reportar e Investigar. Que Devemos Fazer a Seguir?
dc.contributor.author | Marujo, F | |
dc.contributor.author | Costa, C | |
dc.contributor.author | Ramirez, M | |
dc.contributor.author | Melo Cristino, J | |
dc.contributor.author | Brito, MJ | |
dc.date.accessioned | 2023-06-06T13:51:49Z | |
dc.date.available | 2023-06-06T13:51:49Z | |
dc.date.issued | 2018 | |
dc.description.abstract | Introdução: A vacina conjugada pneumococica 13-valente (VCP13V) foi comercializada em Portugal em 2010 e introduzida no PNV em Junho de 2015. As falências vacinais não põem em causa a eficácia global da vacina, mas devem ser reportadas e investigadas. Objetivos: Avaliar atitudes clínicas face a falências vacinais da VCP13V. Métodos: Estudo retrospetivo, observacional e descritivo, de 2016 a 2018, de doentes com falência vacinal internados num hospital terciário. Identificaram-se serotipos e estado vacinal de acordo com o grupo etário e procedimentos realizados. Resultados: Total de 8 casos, com mediana de 24 meses (máx 5A; mín 12M) sendo 7/8 crianças com menos de 5 anos de idade. Os serotipos implicados foram: 3 (7) e 19A (1). Em 4/8 casos ocorreu co-infecção viral. Os diagnósticos foram pneumonia (7) e meningite (1). Ocorreram complicações em 7/8 doentes: empiema (4), derrame pleural (2), pneumotórax (2), fístula pleural (1) e cerebrite (1). Necessitaram de cuidados intensivos 7/8, drenagem torácica 6/8e ventilação mecânica 4/8 crianças. A duração do internamento foi 22 dias. Foram notificadas no Sistema Nacional de Vigilância Epidemiológica (SINAVE) 5/8 casos e reportados à Autoridade Nacional do Medicamento e Produtos de Saúde, no portal de RAM (Reação Adversa Medicamentosa) do Infarmed e fabricante 4/8 casos. O seguimento hospitalar foi realizado (média 13 meses) para exclusão de deficit de imunidade em 7/8 doentes, identificando-se diminuição de anticorpos vacinais em dois e diminuição das células B de memória em um caso. Conclusão: A investigação e a notificação das falências vacinais DIP não é realizada de forma sistemática e devidamente notificada, pelo que importa sensibilizar para os procedimentos face a este evento. | pt_PT |
dc.description.version | info:eu-repo/semantics/publishedVersion | pt_PT |
dc.identifier.citation | In: 19º Congresso Nacional de Pediatria; 2018, 24 a 26 Outubro. Estoril, Portugal | pt_PT |
dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/10400.17/4559 | |
dc.language.iso | por | pt_PT |
dc.peerreviewed | yes | pt_PT |
dc.publisher | Unidade de Infeciologia, Hospital Dona Estefânia, Centro Hospitalar Universitário de Lisboa Central, EPE | pt_PT |
dc.subject | Streptococus pneumoniae | pt_PT |
dc.subject | Falência vacinal | pt_PT |
dc.subject | Vacina pneumococica 13-valente | pt_PT |
dc.subject | HDE INF PED | pt_PT |
dc.title | Falência Vacinal na Doença Invasiva Pneumocócica DIP). Reportar e Investigar. Que Devemos Fazer a Seguir? | pt_PT |
dc.type | other | |
dspace.entity.type | Publication | |
rcaap.rights | openAccess | pt_PT |
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