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Prescrição de Psicofármacos em Crianças e Adolescentes - Como é que os Pedopsiquiatras Portugueses Percecionam a sua Prática?

dc.contributor.authorSantos, C
dc.contributor.authorCarreira, A
dc.contributor.authorCarvalho, A
dc.contributor.authorMenezes, B
dc.contributor.authorFilipe, C
dc.contributor.authorTavares de Almeida, C
dc.contributor.authorMiranda, C
dc.contributor.authorOliveira, G
dc.contributor.authorSantos, I
dc.contributor.authorCrujo, M
dc.contributor.authorBarrias, P
dc.contributor.authorFreitas, P
dc.contributor.authorPedroso, S
dc.date.accessioned2022-06-09T14:28:15Z
dc.date.available2022-06-09T14:28:15Z
dc.date.issued2017
dc.description.abstractIntrodução: Embora tenha havido, recentemente, um interesse crescendo em relação à prescrição de psicofármacos em crianças e adolescentes, há muito pouca informação sobre esta prática em Portugal. Neste contexto, a Direção Geral de Saúde promoveu a criação de um grupo de estudo que se debruçasse sobre este tema. Este trabalho surge como a primeira iniciativa deste grupo para procurar compreender o fenómeno da prescrição de psicofármacos em crianças e adolescentes em Portugal. Metodologia: Foi desenhado um questionário especificamente para o estudo referido. Os resultados foram obtidos através de uma análise quantitativa. Embora este questionário fosse muito extenso, este artigo foca-se apenas nas perguntas relacionadas com o recurso à associação de psicofármacos para o tratamento de doenças psiquiátricas e nas questões relacionadas com a pressão para a prescrição. Resultados: Os médicos que participaram neste estudo referiram sentir-se pressionados para medicar por falta de outros recursos. Esta pressão foi superior nas Perturbações do Comportamento (P. Comportamento) e na Perturbação de Hiperatividade e Défice de Atenção (PHDA), e menos marcada nas Perturbações Depressivas e nas Perturbações Psicóticas. Curiosamente, o recurso à associação de psicofármacos foi também mais frequente nas P. Comportamento e menos frequente nas P. Psicóticas. Conclusões: De acordo com este estudo, a falta de recursos influencia muito a decisão para prescrever. Estes resultados limitam-se apenas à perceção que os clínicos têm sobre a sua prática. Desta forma, serão necessários mais estudos para compreender melhor o uso de psicofármacos em Portugal e para aumentar a sensibilização para este tema.pt_PT
dc.description.versioninfo:eu-repo/semantics/publishedVersionpt_PT
dc.identifier.citationRev Port Pedopsiq. 2017; (41): 7-16pt_PT
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10400.17/4113
dc.language.isoporpt_PT
dc.peerreviewedyespt_PT
dc.publisherAPPIA - Associação Portuguesa de Psiquiatria da Infância e da Adolescênciapt_PT
dc.subjectPsicofármacospt_PT
dc.subjectCriançapt_PT
dc.subjectAdolescentept_PT
dc.subjectPrescriçãopt_PT
dc.subjectPedopsiquiatriapt_PT
dc.subjectHDE PEDOPpt_PT
dc.titlePrescrição de Psicofármacos em Crianças e Adolescentes - Como é que os Pedopsiquiatras Portugueses Percecionam a sua Prática?pt_PT
dc.typejournal article
dspace.entity.typePublication
oaire.citation.endPage16pt_PT
oaire.citation.startPage7pt_PT
oaire.citation.volume41pt_PT
rcaap.rightsopenAccesspt_PT
rcaap.typearticlept_PT

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