Browsing by Author "Galhardo, J"
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- Case Report: Fourth Branchial Cleft Cyst: A Case of Acute Suppurative ThyroiditisPublication . Caseiro Alves, ME; Nunes, A; Galhardo, JThis case report presents a 4 year-old-female patient with a neck mass who was diagnosed with an infected fourth branchial cleft cyst with left thyroid lobe involvement through fistulation. The case emphasizes the importance of considering uncommon etiologies, such as congenital anomalies, as a differential diagnosis when evaluating pediatric neck masses. The patient was prescribed broad-spectrum antibiotics, which led to the regression of the mass and inflammatory signs. Close follow-up in endocrinology and otorhinolaryngology appointments was maintained, and after 7 months, hypoplasia of the left lobe was observed. Thyroid function was reevaluated, and after two years, no recurrences were noted. The case highlights the significance of a comprehensive examination and assessment of corresponding clinical features, which can significantly reduce the rate of misdiagnoses and achieve an individualized diagnosis.
- Continuous Glucose Monitoring Use and Glucose Variability in Very Young Children with Type 1 Diabetes ( VibRate ): a Multinational Prospective Observational Real‐World Cohort StudyPublication . Dovc, K; Van Name, M; Jenko Bizjan, B; Rusak, E; Piona, C; Yesiltepe‐Mutlu, G; Mentink, R; Frontino, G; Macedoni, M; Ferreira, SH; Serra‐Caetano, J; Galhardo, J; Pelicand, J; Silvestri, F; Sherr, J; Chobot, A; Biester, T
- Continuous Glucose Monitoring Use and Glucose Variability in Very Young Children with Type 1 Diabetes (VibRate) A Multinational Prospective Observational Real-World Cohort Study.Publication . Dovc, K; Van Name, M; Jenko Bizjan, B; Rusak, E; Piona, C; Yesiltepe‐Mutlu, G; Mentink, R; Frontino, G; Macedoni, M; Ferreira, SH; Serra‐Caetano, J; Galhardo, J; Pelicand, J; Silvestri, F; Sherr, J; Chobot, A; Biester, R
- Insulin pump therapy in children with type 1 diabetes: analysis of data from the SWEET registryPublication . Szypowska, A; Schwandt, A; Svensson, J; Shalitin, S; Cardona-Hernandez, R; Forsander, G; Sundberg, F; De Beaufort, C; Maahs, D; Maffeis, C; O'Riordan, S; Krisane, ID; Scharf, M; Castro, S; Konstantinova, M; Obermannova, B; Casteels, K; Gökşen, D; Galhardo, J; Kanaka-Gantenbein, C; Rami-Merhar, B; Madacsy, LIntensified insulin delivery using multiple daily injections (MDI) or continuous subcutaneous insulin infusion (CSII) is recommended in children with type 1 diabetes (T1D) to achieve good metabolic control.
- Novas VacinasPublication . Ferreira, M; Leal, E; Galhardo, J; Mendes, C; Soares, H; Brito, MJIntrodução: As vacinas previnem mais casos de doença do que qualquer tratamento médico. A informação sobre novas vacinas introduzidas no mercado e não incluídas no Programa Nacional de Vacinação (PNV) é no entanto por vezes pouco divulgada, e o seu conhecimento limitado. Objectivos: Avaliar o conhecimento, geral e específico, dos pais de crianças saudáveis relativamente a três vacinas não incluídas no PNV: pneumocócica (PCV7), varicela (Var) e rotavírus (RV). Material e Métodos: Estudo descritivo transversal, realizado sob a forma de inquérito, aplicado de forma aleatória aos pais de crianças observadas em três centros de saúde de Portugal (Lisboa, Porto e Queluz), entre Março e Abril de 2007. Analisaram-se parâmetros sociodemográficos, grau de conhecimento (a existência e tipo de doença prevenível pelas as três vacinas), sua realização ou intenção de realização e disponibilidade de aquisição das mesmas por parte dos pais. Análise estatística pelos testes Qui-quadrado e t-Student (IC>95%). Considerou-se p <0,05 com significado estatístico. Resultados: Entrevistaram-se pais de 187 crianças com uma idade mediana de 13 meses. A maioria (82%) tinha ensino secundário incompleto e rendimento mensal médio de 1256€. Em 83% das entrevistas os pais conheciam pelo menos uma das vacinas: pneumocócica (72%), varicela (42%) e rotavírus (1,3%) e pela mesma ordem o tipo de doença que cada vacina prevenia: 118/135 (87%), 83/84 (99%) e 21/24 (87,5%). Em 80% dos casos a informação fora disponibilizada aos pais por profissionais de saúde: pediatra (67) e médico assistente (49). A maioria (96%) considerou a PCV7 a vacina mais importante. Das crianças avaliadas, o PNV estava actualizado em 93% dos casos; adicionalmente 39% tinham a vacina pneumocócica, 0,5% da varicela e 3% do rotavírus. O conhecimento sobre a vacina da varicela e rotavírus associou-se a um maior nível de escolaridade dos pais(40vs46,p=0,018; 8vs16,p=0,026) e a realização da vacina pneumocócica e do rotavírus a um melhor rendimento familiar (1506€vs1144€ p=0,04) e (2283€vs1162€; p=0,04). Conclusão: Á excepção da PCV7 as restantes vacinas são ainda insuficientemente conhecidas. Compete aos profissionais de saúde, divulgar informação e motivar as famílias para a vacinação.
- O Papel da Hemoglobina A1c no Rastreio de Intolerância à Glicose e da Diabetes Tipo 2 em Crianças e Adolescentes ObesosPublication . Galhardo, J; Shield, JIntrodução: Em 2012, um comité internacional de peritos em diabetes aconselhou a hemoglobina glicada como teste de rastreio de intolerância à glicose e diabetes mellitus tipo 2 no adulto e em idade pediátrica. O objetivo deste estudo foi avaliar a utilidade deste exame numa população de crianças e adolescentes obesos, maioritariamente de etnia caucasiana. Material e Métodos: Foram recrutados 226 doentes [índice de massa corporal z-score 3,35 ± 0,59, 90% caucasianos, 55% do sexo feminino, idade mediana de 12,3 (âmbito: 8,9 – 17,6) anos] referenciados à consulta de obesidade pediátrica de um hospital terciário, com critérios para rastreio de diabetes mellitus tipo 2. Situações de hemoglobinopatia ou de alteração da sobrevida eritrocitária foram excluídas. Todos os indivíduos foram submetidos a uma prova de tolerância à glicose oral e à medição da hemoglobina glicada. Resultados: Segundo a prova de tolerância à glicose oral, 13 (4,9%) eram pré-diabéticos e nenhum diabético. De acordo com a hemoglobina glicada, 32 seriam pré-diabéticos (29 falsos-positivos) e um diabético (falso positivo, sendo este, na realidade, apenas intolerante à glicose). Por outro lado, 10 pré-diabéticos não seriam identificados (falsos-negativos). A área sob a curva receiver operator characteristic analysis da hemoglobina glicada foi 0,59 (IC 95% 0,40 - 0,78), confirmando a sua reduzida capacidade de discriminação para pré-diabetes. Mais promissoras foram as áreas sob as curvas receiver operator characteristic analysis da glicemia em jejum (0,76; IC 95% 0,66 - 0,87), homeostasis model assessment for insulin resistance (0,77; IC 95% 0,64 - 0,90) e razão triglicerídeos: colesterol HDL (0,81; IC 95% 0,66 - 0,96). Discussão: Em Pediatria, particularmente em populações maioritariamente caucasianas, a hemoglobina glicada parece ser uma má ferramenta para diagnóstico de pré-diabetes. Conclusão: Pelo exposto, parece-nos prematura a utilização da hemoglobina glicada com fins diagnósticos até um maior número de estudos estar disponível. O homeostasis model assessment for insulin resistance e a razão triglicerídeos :colesterol HDL demonstraram uma maior exatidão diagnóstica, podendo ser calculados com base numa amostra única em jejum.
- Pênfigo Vulgar - Um Caso PediátricoPublication . Boto, AC; Galhardo, J; Neves, MH; Coutinho, V; Serrão Neto, A; Leça, AO Pênfigo Vulgar é uma doença auto-imune rara na infância,com evolução crónica e mortalidade significativa. A doença manifesta-se por lesões vesiculares, semelhantes a infecções benignas, mas que são refractárias ao tratamento sintomático e persistem após a fase aguda. Apresenta-se o caso de uma criança de três anos com lesões muco-cutâneas orais, persistentes. A biópsia permitiu o diagnóstico de Pênfigo Vulgar, tendo sido iniciada terapia corticosteróide sistémica. A dificuldade no controlo da doença levou à introdução de outros fármacos imunossupressores, até se atingir a estabilidade clínica. Todas as opções de tratamento do Pênfigo apresentam efeitos iatrogénicos, sendo imprescindível um equilíbrio entre controlo da doença e qualidade de vida do doente.