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- Abcesso Renal na GravidezPublication . Santos, L; Borges, A; Serrano, F; Alves, MJ; Campos, AApesar das infecções urinárias serem relativamente frequentes durante a gravidez, a ocorrência de um abcesso renal é muito raro. A patogénese do abcesso renal tem mudado ao longo dos anos. Actualmente, mais de 75% dos casos têm origem numa infecção do aparelho urinário. Os autores apresentam o caso clínico de uma grávida de 35 anos, internada às 38 semanas e cinco dias de gestação por febre, náuseas, vómitos e dor lombar à direita. Os dados clínicos e os exames complementares realizados levaram ao diagnóstico de abcesso renal. É feita uma revisão da literatura acerca do tema.
- Ainda Há Lugar Para a Recanalização Tubária? Casuística da Unidade de Medicina de Reprodução (UMR) da Maternidade Dr. Alfredo da Costa (MAC) dos anos 1995 a 2002Publication . Santos, L; Remesso, L; Pargana, L; Neves, A; Carvalho, MJA laqueação tubária bilateral (LTB) é um dos métodos de contracepção mais solicitados, sendo considerado definitivo. Contudo em cerca 3-5% de todas as mulheres que realizaram LTB vêm posteriormente a desejar uma nova gravidez. O objectivo deste trabalho foi avaliar os resultados obtidos após recanalização tubária realizadas na UMR da MAC e fazer uma breve revisão das condutas seguidas actualmente na abordagem desta situação. Materiais e métodos: Foram avaliadas 15 cirurgias para recanalização tubária por laparotomia no período de Janeiro de 1995 a Março de 2002. A idade média das mulheres à data da recanalização tubária foi de 35.3 anos. Em 3 casos observou-se a presença de 1 ou mais factores de infertilidade associados. Todos os casais foram submetidos a uma avaliação pré-operatória criteriosa. Resultados: Tendo em consideração apenas a 1ª gravidez conseguida verificou-se uma taxa de 62.5% de gravidez intra-uterina (GIU). De acordo com o método de LTB utilizado a probabilidade de ocorrer gravidez mostrou-se diferente sendo maior quando esta foi realizada com anéis de Yoon (1/1) e Pomeroy (6/6) versus nenhum caso de gravidez quando electrocoagulação (0/3). Registaram-se 66.7% GIU nas anastomoses istmo-istmicas vs 50% nas anastomoses istmo-ampolar. A HSG pós-operatória revelou-se um método preditivo da ocorrência de uma gravidez quando dentro dos parâmetros considerados normais. Conclusão: O método de LTB sempre que possível deve ser realizado na zona ístmica e nos casos com a menor destruição possível de trompa. A recanalização tubária e fertilização in vitro (FIV) devem ser considerados procedimentos complementares, sendo a adequada selecção das pacientes crucial para a escolha da melhor abordagem terapêutica.
- Analgesia no Trabalho de PartoPublication . Santos, L; Palma, F; Roncon, AOs autores fazem uma breve revisão da literatura sobre os métodos disponíveis para a analgesia durante o trabalho de parto: indicações, contraindicações, complicações e efeitos secundários.
- Avaliação de Resultados do Tratamento com Dispositivo Intra-Uterino com Levonorgestrel nas Menorragias - Experiência de 2 AnosPublication . Assis, L; Santos, L; Godinho, C; Nogueira, B; Reis, J; Correia, ANa Consulta de Ginecologia a menorragia é uma patologia frequente. A terapêutica médica é muitas vezes ineficaz, com recurso a intervenção cirúrgica. Material e Métodos: Foram seguidas prospectivamente 69 mulheres com menorragias, em que foi inserido o dispositivo intra-uterino com levonorgestrel, entre Setembro de 2002 e Setembro de 2004. Foram analisados parâmetros clínicos e laboratoriais que permitiram inferir da evolução do quadro de menorragia, bem como da existência de eventuais efeitos secundários. Resultados: Houve uma redução do fluxo menstrual em 60,6% das mulheres aos 3 meses. Após 12 meses, 37,9% das mulheres estavam em amenorreia. Verificou-se aumento dos níveis de hemoglobina (Hb) e volume globular médio (VGM) durante o primeiro ano. Os efeitos secundários mais comuns foram: mastalgia, cefaleias e dor abdominal, em 16%, 11,6% e 10% das mulheres, respectivamente, com tendência para regredir durante os seis primeiros meses. A taxa de expulsão foi de 13%. Conclusões: O dispositivo intra-uterino com levonorgestrel é uma terapêutica não cirúrgica utilizada no tratamento da menorragia, com eficácia superior à terapêutica oral, constituindo uma alternativa válida à histerectomia. Após a análise dos resultados, verificou-se que houve um aumento dos níveis de Hb e VGM, associado a uma diminuição do fluxo. A libertação directa de levonorgestrel no endométrio tem como vantagem a redução da incidência de efeitos secundários sistémicos. São no entanto necessários mais estudos com maior casuística para confirmar estes resultados.
- Case Report of Malignant Endometrial PolypsPublication . Santos, L; Coutinho, S; Assunção, NThe aims of this retrospective review were to determine the frequency of malignant endometrial polyps diagnosed with ambulatory hysteroscopy in the Obstetrics/Gynaecology Department of HDE, Lisbon, between January 2001 and December 2005 and to characterize these cases according to risk factors, sonographic and endoscopic findings tumoral histology, and tumor stage.We found seven cases of malignant endometrial polyps in a total of 1333 polyps initially diagnosed: an incidence rate of 0. 53%. These seven patients had a mean age of 68 years (55–82 years), and all were postmenopausal, with five having one risk factor each for endometrial cancer. Metrorrhagia was present in six of the seven patients(85.7%). Ultrasonography was abnormal in all seven patients, with a mean endometrial thickness of 26 mm(range: 12–44 mm). The hysteroscopy images suggested malignancy in all cases. All except one patient had a single polyp. The polyps had volumes between 1.5 and 3 cm; two were removed completely and five were biopsed. The histological subtype was: mixed endometrioid/serous papillary or clear cell (2), adenocarcinoma with squamous differentiation (2), carcinosarcoma (2), and clear cell carcinoma (1). Malignancy inside polyps is rare, but diagnostic hysteroscopy with visual guided biopsies can identify these cases in the earlier stages. The risk factors are not different from those of other endometrial carcinomas, but the histological subtype seems to point to more aggressive cancers.
- Dispositivo Intra-Uterino com Levonorgestrel. Tratamento das Menorragias DisfuncionaisPublication . Reis, J; Nogueira, B; Santos, L; Ramos, L; Vicente, L; Lopes, JA menorragia disfuncional constitui uma queixa frequente em mulheres na peri-menopausa, contribuindo para uma morbilidade significativa nesta faixa etária. As alternativas terapêuticas médicas são limitadas, com resultados variáveis. A aprovação do dispositivo com levonorgestrel veio alargar as opções de tratamento não cirúrgico desta situação, assumindo-se actualmente como uma alternativa válida à histerectomia. Os autores fazem uma revisão sobre as principais características do dispositivo intra-uterino com levonorgestrel e apresentam estudos que mostram a eficácia desta forma terapêutica na menorragia disfuncional.
- Duplicação Pilórica (Fístula Antro-Duodenal)Publication . Santos, L; Sousa, I; Simões, JC; Rio-Tinto, R
- Esofagite EosinofílicaPublication . Santos, L; Sousa, MI; Simões, JC; Esteves, J; Rio-Tinto, R
- Estado Confusional Agudo nas Unidades de Cuidados IntensivosPublication . Santos, L; Alcântara, JAs alterações do comportamento frequentemente observadas em doentes internados nas unidades de cuidados intensivos (UCI), podem ser adequadamente designadas, na maioria das vezes, por estado confusional agudo, o qual se caracteriza por: flutuação do estado de vigília, distúrbio do ciclo vigília-sono, défice de atenção e concentração, desorganização do pensamento, manifestado entre outras formas por discurso incoerente, distúrbios da percepção sob a forma de ilusões e/ou alucinações, desorientação no tempo e no espaço, agitação ou diminuição da actividade psicomotora e perturbação da memória. O estado confusional agudo nas UCI resulta, geralmente, das seguintes situações: doenças e distúrbios melancólicos/sistémicos, tais como a sepsis, a insuficiência renal e a insuficiência hepática; exposição a agentes tóxicos exógenos, tais como medicamentos; privação de substâncias de abuso, como o álcool; e doenças primariamente intracranianas, tais como infecções do sistema nervoso central. Frequentemente, coexistem outras causas, sendo as principais: a privação de sono, os défices cognitivos prévios, o medo e a ansiedade, bem como, em certos casos, o tipo de personalidade do doente. O tratamento compreende a correcção dos distúrbios metabólicos/sistémicos; a suspensão de tóxicos e/ou o uso de antídotos; o tratamento da privação; o uso de haloperidol com ou sem benzodiazepinas; e medidas não farmacológicas que diminuam o stress ambiental e promovam o bem-estar físico e mental.
- Impact of Routine Fractional Flow Reserve on Management Decision and 1-Year Clinical Outcome of Patients With Acute Coronary Syndromes: PRIME-FFR (Insights From the POST-IT [Portuguese Study on the Evaluation of FFR-Guided Treatment of Coronary Disease] and R3F [French FFR Registry] Integrated Multicenter Registries - Implementation of FFR [Fractional Flow Reserve] in Routine Practice)Publication . Van Belle, E; Bravo Baptista, S; Raposo, L; Henderson, J; Rioufol, G; Santos, L; Pouillot, C; Ramos, R; Cuisset, T; Calé, R; Teiger, E; Jorge, E; Belle, L; Machado, C; Barreau, D; Costa, M; Hanssen, M; Oliveira, E; Besnard, C; Costa, J; Dallongeville, J; Pipa, J; Sideris, G; Fonseca, N; Bretelle, C; Guardado, J; Lhoest, N; Silva, B; Barnay, P; Sousa, MJ; Leborgne, L; Silva, JC; Vincent, F; Rodrigues, A; Seca, L; Fernandes, R; Dupouy, PBackground: Fractional flow reserve (FFR) is not firmly established as a guide to treatment in patients with acute coronary syndromes (ACS). Primary goals were to evaluate the impact of integrating FFR on management decisions and on clinical outcome of patients with ACS undergoing coronary angiography, as compared with patients with stable coronary artery disease. Methods and results: R3F (French FFR Registry) and POST-IT (Portuguese Study on the Evaluation of FFR-Guided Treatment of Coronary Disease), sharing a common design, were pooled as PRIME-FFR (Insights From the POST-IT and R3F Integrated Multicenter Registries - Implementation of FFR in Routine Practice). Investigators prospectively defined management strategy based on angiography before performing FFR. Final decision after FFR and 1-year clinical outcome were recorded. From 1983 patients, in whom FFR was prospectively used to guide treatment, 533 sustained ACS (excluding acute ST-segment-elevation myocardial infarction). In ACS, FFR was performed in 1.4 lesions per patient, mostly in left anterior descending (58%), with a mean percent stenosis of 58±12% and a mean FFR of 0.82±0.09. In patients with ACS, reclassification by FFR was high and similar to those with non-ACS (38% versus 39%; P=NS). The pattern of reclassification was different, however, with less patients with ACS reclassified from revascularization to medical treatment compared with those with non-ACS (P=0.01). In ACS, 1-year outcome of patients reclassified based on FFR (FFR against angiography) was as good as that of nonreclassified patients (FFR concordant with angiography), with no difference in major cardiovascular event (8.0% versus 11.6%; P=0.20) or symptoms (92.3% versus 94.8% angina free; P=0.25). Moreover, FFR-based deferral to medical treatment was as safe in patients with ACS as in patients with non-ACS (major cardiovascular event, 8.0% versus 8.5%; P=0.83; revascularization, 3.8% versus 5.9%; P=0.24; and freedom from angina, 93.6% versus 90.2%; P=0.35). These findings were confirmed in ACS explored at the culprit lesion. In patients (6%) in whom the information derived from FFR was disregarded, a dire outcome was observed. Conclusions: Routine integration of FFR into the decision-making process of ACS patients with obstructive coronary artery disease is associated with a high reclassification rate of treatment (38%). A management strategy guided by FFR, divergent from that suggested by angiography, including revascularization deferral, is safe in ACS.
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