Browsing by Author "Rosa, S"
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- Allergy to Extensively Hydrolysed FormulasPublication . Antunes, J; Borrego, LM; Queiroz, A; Chambel, M; Rosa, S; Romeira, AM; Leiria-Pinto, P
- Anafilaxia IdiopáticaPublication . Rosa, S; Borrego, LM; Rosado-Pinto, JA anafilaxia idiopática, descrita pela primeira vez em 1978, é um diagnóstico de exclusão, sendo definida como uma forma de anafilaxia na qual, após investigação exaustiva, não é possível encontrar uma causa específica. Após o seu reconhecimento, foram descritos novos casos, publicadas várias séries de doentes, sendo actualmente uma entidade bem caracterizada, com um sistema de classificação e com um esquema de tratamento bem definido e eficaz. Apesar de ser potencialmente fatal, está associada a um bom prognóstico na maioria dos doentes. Um diagnóstico atempado, bem como a aplicação dos protocolos terapêuticos recomendados, resulta numa diminuição do número de episódios, do número de hospitalizações e dos custos associados.
- Bailout Intravenous Esmolol for Heart Rate Control in Cardiac Computed Tomography AngiographyPublication . Rosa, S; Ramos, R; Marques, H; Santos, R; Leal, C; Casado, H; Saraiva, M; Figueiredo, L; Cruz Ferreira, ROBJECTIVE: To evaluate the efficacy and safety of a heart rate (HR) reduction protocol using intravenous esmolol as bailout for failed oral metoprolol regimens in patients undergoing coronary computed tomography angiography (CCTA) with 64-slice multidetector computed tomography (64-MDCT). METHODS: Patients who underwent cardiac 64-MDCT in a single institution between 2011 and 2014 were analyzed. Those with HR above 60 beats per minute (bpm) on presentation received oral metoprolol (50-200 mg) at least one hour before CCTA. Intravenous esmolol 1-2 mg/kg was administered as a bolus whenever HR remained over 65 bpm just before imaging. The primary efficacy endpoint was HR <65 bpm during CCTA. The primary safety endpoint was symptomatic hypotension or bradycardia up to hospital discharge. RESULTS: During the study period CCTA was performed in 947 cases. In 86% of these, oral metoprolol was the only medication required to successfully reduce HR <60 bpm. Esmolol was used in the remaining 130 patients (14%). For esmolol-treated patients mean baseline and acquisition HR were 74±14 bpm and 63±9 bpm, respectively (p<0.001). The target HR of <65 bpm was achieved in 82 of the 130 esmolol-treated patients (63%). Considering the whole population, esmolol use led to a significant increase in the primary efficacy endpoint from 86% to 95% (p<0.001). Esmolol also resulted in a statistically, but not clinically, significant reduction in systolic blood pressure (144±22 to 115±17 mmHg; p<0.001). The combined primary safety endpoint was only observed in two (1.5%) patients. CONCLUSION: Despite optimal use of oral beta-blockers, 14% of patients needed intravenous esmolol for HR control. The pre-medication combination of oral metoprolol and on-demand administration of intravenous esmolol was safe and effective and enabled 95% of patients to be imaged with HR below 65 bpm.
- Um Caso Clínico de Urticária Retardada de PressãoPublication . Rosa, S; Borrego, LM; Rosado-Pinto, JA urticária retardada de pressão é uma forma rara de urticária física que se caracteriza pelo aparecimento de urticária e angioedema após aplicação de pressão mecânica. Na maioria dos casos está associada a urticária crónica idiopática. Difere das restantes formas de urticária pelo aparecimento tardio das lesões, pela maior duração das mesmas, que se podem prolongar para além das 24-48 horas e por uma resposta terapêutica ausente ou parcial aos anti-histamínicos H1. A sua patogénese permanece por esclarecer. Os autores apresentam o caso clínico de um doente do sexo masculino, no qual foram experimentadas diferentes abordagens terapêuticas, na tentativa de evitar o recurso a corticoterapia prolongada. Dada a ausência de resposta terapêutica aos fármacos utilizados, com excepção dos corticóides sistémicos, manteve-se a corticoterapia diária, utilizando a dose mínima eficaz para o controlo dos sintomas. Apesar de vários relatos publicados na literatura se referirem à eficácia terapêutica de diferentes fármacos no controlo desta patologia, a maioria dos doentes requer corticoterapia sistémica para alcançar o controlo sintomático.
- Células ReguladorasPublication . Borrego, LM; Rosa, S; Algueró, C; Trindade, H; Rosado-Pinto, JO papel das células T reguladoras na indução e manutenção da tolerância periférica tem recebido uma atenção crescente nos últimos anos. Foram descritos vários subgrupos de células T reguladoras, com base em marcadores de superfície e na produção de citocinas, não havendo no entanto marcadores específicos para nenhum destes subgrupos, pelo que a sua classificação se baseia no seu mecanismo de supressão. Desconhece-se qual dos subgrupos de células T reguladoras terá papel preponderante na prevenção e controlo das doenças alérgicas, sendo no entanto consensual a sua importância para a homeostasia.
- Curso sobre Alergia Alimentar da EAACIPublication . Rosa, S; Alves, R; Piedade, S; Reis, R; Geraldes, L; Figueira Santos, A; Costa, C; Silva, AT; Romeira, AM; Borrego, LM
- Ingestão dos Alimentos Cozinhados na Alergia Alimentar ao Leite de Vaca e ao OvoPublication . Rosa, S; Ribeiro, F; Leiria-Pinto, PO leite de vaca e o ovo são responsáveis pela maioria dos casos de alergia alimentar na infância. O processamento térmico dos alimentos pode alterar a sua alergenicidade e estão publicados vários estudos que investigaram a tolerância ao leite de vaca e ao ovo cozinhados em doentes com alergia ou com sensibilização aos mesmos. Da avaliação destes estudos verificou‑se que os alimentos cozinhados são tolerados pela maioria da população incluída nos mesmos e que a sua ingestão é segura, podendo melhorar a qualidade de vida dos doentes. No entanto, a influência desta ingestão na história natural da alergia alimentar e na aquisição de tolerância ao alimento cru é discutível e necessita de mais estudos. Não foram encontrados marcadores clínicos ou imunológicos fiáveis que permitam a identificação dos doentes que toleram os alimentos cozinhados, pelo que a prova de provocação oral se mantém o único método fiável para avaliar essa tolerância.
- Multiple Drug Intolerance Including EtoricoxibPublication . Morais-Almeida, M; Marinho, S; Rosa, S; Rosado-Pinto, J; Gaspar, A
- ProACS Risk Score: an Early and Simple Score for Risk Stratification of Patients with Acute Coronary SyndromesPublication . Timóteo, AT; Rosa, S; Nogueira, M; Belo, A; Cruz Ferreira, RINTRODUCTION: There are barriers to proper implementation of risk stratification scores in patients with acute coronary syndromes (ACS), including their complexity. Our objective was to develop a simple score for risk stratification of all-cause in-hospital mortality in a population of patients with ACS. METHODS: The score was developed from a nationwide ACS registry. The development and internal validation cohorts were obtained from the first 31829 patients, randomly separated (60% and 40%, respectively). The external validation cohort consisted of the last 8586 patients included in the registry. This cohort is significantly different from the other cohorts in terms of baseline characteristics, treatment and mortality. Multivariate logistic regression analysis was used to select four variables with the highest predictive potential. A score was allocated to each parameter based on the regression coefficient of each variable in the logistic regression model: 1 point for systolic blood pressure ≤116 mmHg, Killip class 2 or 3, and ST-segment elevation; 2 points for age ≥72 years; and 3 points for Killip class 4. RESULTS: The new score had good discriminative ability in the development cohort (area under the curve [AUC] 0.796), and it was similar in the internal validation cohort (AUC 0.785, p=0.333). In the external validation cohort, there was also excellent discriminative ability (AUC 0.815), with an adequate fit. CONCLUSIONS: The ProACS risk score enables easy and simple risk stratification of patients with ACS for in-hospital mortality that can be used at the first medical contact, with excellent predictive ability in a contemporary population.
- Reabilitação Cardíaca Após Síndrome Coronária Aguda. Deveremos Continuar a Reabilitar os Doentes de Baixo Risco? Experiência de um CentroPublication . Rosa, S; Abreu, A; Filipe, C; Soares, RM; Rio, P; Silva, S; Alves, S; Alves, T; Ferreira, V; Soares, C; Rodrigues, I; Viveiros Monteiro, A; Portugal, G; Mimoso, I; Cruz Ferreira, RIntrodução: A Reabilitação cardíaca (Rc) é um elemento fundamental na prevenção secundária após síndrome coronária aguda (ScA). A American Association of Cardiovascular and Pulmonary Rehabilitation (AAcPR)definiu critérios de estratificação de risco para os doentes elegíveis para programas de Rc. Contudo, tem sido questionada a integração de doentes de baixo risco em programas estruturados de treino de exercício. Objectivo: comparar o impacto da Rc nos doentes de baixo risco cardiovascular versus risco moderado/alto, segundo os critérios a AAcPR, de forma a avaliar o real benefício da Rc na capacidade de exercício nos doentes de baixo risco, quantificada por prova de esforço cardiorrespiratória (PecR). Métodos: Análise retrospetiva dos doentes submetidos a Rc após ScA e submetidos a PecR antes e após a integração num programa de treino de exercício supervisionado constituído por 36 sessões. Foram incluídos doentes desde janeiro de 2004 a dezembro de 2013, num centro Hospitalar Terciário. Os doentes foram divididos em dois grupos: grupo de risco cardiovascular baixo (GRB) e grupo de doentes com risco moderado a alto (GRMA) de acordo com os critérios da AAcPR. Os parâmetros avaliados na PecR foram: pico de consumo de oxigénio (pVO2), pVO2 em relação ao valor previsto para idade e género (%pVO2), declive da rampa do equivalente ventilatório de dióxido de carbono (Ve/VcO2slope), (Ve/VcO2slope)/pVO2 e potência circulatória de pico (PcP). Resultados: Foram incluídos em programa de Rc, pós ScA, 129 doentes, 86,0% do género masculino, com idade média de 56,3±9,8 anos. Setenta e nove doentes (61,3%) foram incluídos no grupo de baixo risco e 50 doentes (38,7%) no grupo de risco moderado a alto.Comparando os resultados da PecR basal verifica-se uma melhor capacidade funcional nos indivíduos de baixo risco (pVO2 26,7±7,0 versus 23,9±5,7 ml/kg/min; p=0,019). Esta diferença significativa desapareceu após a conclusão do programa de Rc, apresentando o GRB pVO2 final de 28,5±7,3ml/kg/min e o GRMA 27,0±7,0ml/kg/min (p=0,232). Ao confrontar os parâmetros da prova de esforço cardiorrespiratória prévios e após reabilitação cardíaca, verifica-se, em ambos os grupos, um aumento significativo da capacidade funcional expresso pelo aumento do pVO2, (Ve/VcO2slope)/pVO2, PcP e duração da prova. No entanto, apenas no grupo de baixo risco se evidencia uma diminuição signi-ficativa do Ve/VcO2 slope (26,7±6,2 versus 25,7±5,3; p=0,029). A amplitude da melhoria de pVO2 foi menos marcada no GRB (1,8±6,5 ml/kg/min versus 3,1±5,0 ml/kg/min; p=0.133). Um incremento no pVO2 superior a 10% em relação ao valor inicial foi atingido em 41,8% dos doentes no GRB e 58,0% dos doentes no GRMA (p=0,072). Conclusão: independentemente do grau de risco cardiovascular inicial, existe benefício na capacidade funcional de exercício após programa de Rc com 36 sessões de treino de exercício, objetivamente quantificado pelos parâmetros da PecR. No entanto, esta melhoria é mais acentuada nos indivíduos de risco moderado a alto comparativamente aos indivíduos de baixo risco. Atendendo à limitação de recursos, deverá ser privilegiada a inclusão de indivíduos de moderado e alto risco, não subvalorizando, no entanto, o benefício também alcançado pelos indivíduos de baixo risco cardiovascular.